Linhagem consagrada no Brasil e Exterior.

Por ser um cão de guarda, o Pinscher tem um forte instinto territorial, o que pode fazer com que não meça esforços para defendê-lo e ao seu dono. Atento, é excelente cão de vigia, capaz de latir ao menor sinal de que há algo incomum acontecendo. O que não quer dizer que ele deva latir "por qualquer coisa".
É verdade que muitos exemplares acabam sendo "latidores" e extremamente excitáveis, mas essas características devem-se mais a problemas de criação e educação ou por serem fruto de acasalamentos não recomendados do que às características da raça. São justamente esses exemplares latidores e extremamente excitáveis que renderam à raça a fama de serem "neuróticos" ou "histéricos". Segundo os criadores, os maiores problemas do Pinscher são os donos, que desde muito cedo e mesmo sem perceberem acabam incentivando comportamentos extremados por acharem graça naqueles pequenos rosnando e latindo como se fossem gigantes. E, uma vez a associação feita, corrigir o problema quando os cães se tornam adultos é muito mais difícil. Talvez essa confusão ocorra porque muitos donos acreditem que por seu tamanho o Pinscher seja apenas um cão de companhia (o American Kennel Club classifica o Pinscher como cão de luxo). O Pinscher miniatura já existia em grande número na virada do século e o livro de criação de 1925 registrou não menos que 1300 inscrições. Como no Pinscher Alemão, das inúmeras variedades de cores existentes na época, apenas as cores preta com marcações mais claras e o vermelho, do sólido ao ammarronzado, foram selecionadas para a criação. O Pinscher miniatura é a imagem reduzida do Pinscher alemão, sem os defeitos do nanismo. Sua construção elegante e quadrada é nitidamente visível através do seu pêlo curto e liso.